Mais da poeta Lara Amaral
"Guardados" só por gosto. Apenas e tão somente para celebrar a poesia. Viva a Poesia! Salve os Poetas!
sexta-feira, 8 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
O Som do Tempo
me findei
num traço,
num abraço esquecido
nos calendários da memória,
nesse adorno do tempo
que pariu em mim,
algum almejar
sem fim.
Autoria: Samara Bassi
Mais da poeta Samara Bassi
num traço,
num abraço esquecido
nos calendários da memória,
nesse adorno do tempo
que pariu em mim,
algum almejar
sem fim.
Autoria: Samara Bassi
Mais da poeta Samara Bassi
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Samara Bassi
terça-feira, 29 de março de 2011
A Mão
Pode Deus criar uma pedra que não consiga levantar?
[não sei como, a quem atribuir a autoria desta citação]
[não sei como, a quem atribuir a autoria desta citação]
Estranho astro, este
Que trago mão ante mão,
Como a fracção da tempestade
Que se ajoelha na dobra do mundo. E
Que brilhante candelabro este,
Vagaroso e precário, restolho
Âncora ou sacrário em folha quebradiça?
Que vértebra de luz para que o corpo se aconteça
Dentro da inquieta anatomia do tempo, esse
Oficio principal da mão poeta?
De perfil, a folha postiça neste tempo comum
É refúgio, cálice e patena
Corpo cálido, quase palavra que se inquieta.
Exangue a palma em ruga fugaz, que duma palavra
Enxerta e fixa, um calendário rebordo
Da lei que não rege, nem fabrica
O acaso acontecimento das estrelas:
- Esta mão, ao invés, conserta todas e cada uma delas!
Senão,
Que equilíbrio mastro, este
Primário poema ou palavra, na mão
Que recolhe uma breve sílaba de profeta,
Um pouco de terra que de pó se fez, e
Um pouco depois, talvez chão. E
Então,
Que pano cobre o céu em aguaceiro,
Que mão-travessa do mundo inteiro,
Em meia medida do poema que recordo?
Que trave pendente no tecto e céu duma só peça,
Pedra que germina a inquieta anatomia do tempo,
Constelação mínima na mão do poeta?
Estranha a mão, esta,
Em papel dobradiço,
Sopro poeira oração, que é
Também sono sobejo, um poema que resta.
Dormita agora, a palavra na unha encravada, dormita,
Enquanto não se prepara para mais um dia da criação!
Que trago mão ante mão,
Como a fracção da tempestade
Que se ajoelha na dobra do mundo. E
Que brilhante candelabro este,
Vagaroso e precário, restolho
Âncora ou sacrário em folha quebradiça?
Que vértebra de luz para que o corpo se aconteça
Dentro da inquieta anatomia do tempo, esse
Oficio principal da mão poeta?
De perfil, a folha postiça neste tempo comum
É refúgio, cálice e patena
Corpo cálido, quase palavra que se inquieta.
Exangue a palma em ruga fugaz, que duma palavra
Enxerta e fixa, um calendário rebordo
Da lei que não rege, nem fabrica
O acaso acontecimento das estrelas:
- Esta mão, ao invés, conserta todas e cada uma delas!
Senão,
Que equilíbrio mastro, este
Primário poema ou palavra, na mão
Que recolhe uma breve sílaba de profeta,
Um pouco de terra que de pó se fez, e
Um pouco depois, talvez chão. E
Então,
Que pano cobre o céu em aguaceiro,
Que mão-travessa do mundo inteiro,
Em meia medida do poema que recordo?
Que trave pendente no tecto e céu duma só peça,
Pedra que germina a inquieta anatomia do tempo,
Constelação mínima na mão do poeta?
Estranha a mão, esta,
Em papel dobradiço,
Sopro poeira oração, que é
Também sono sobejo, um poema que resta.
Dormita agora, a palavra na unha encravada, dormita,
Enquanto não se prepara para mais um dia da criação!
Mais do poeta português Leonardo B.
domingo, 27 de março de 2011
Canto das Perdizes
Na sombra de uma árvore
quero me abrigar
Sob asas de pássaros
Pousar de leve
meus pés na lama
e olhar estrelas.
E quero ouvir
no útero da terra
o rumor surdo
que clama o nascer
de novas raízes
Quero sentir
O charco, o tambor
a lama, o barro
o olho azul do sol
e antever como
se faz o raiar do
amanhecer no
canto de perdizes. CANTO GRIS em um diálogo com Paulo Carvalho
sábado, 26 de março de 2011
ao acaso
faço poemas inconsequentes
já não me importo com isso
tudo que espero do poema
é que ele se liberte
que ele me liberte
que ele liberte alguém
ao acaso
[acaso exista ainda
alguém aprisionado
neste tempo absurdo
de liberdade extrema
e solidão
absoluta]
Mais da poeta Nydia Bonetti
já não me importo com isso
tudo que espero do poema
é que ele se liberte
que ele me liberte
que ele liberte alguém
ao acaso
[acaso exista ainda
alguém aprisionado
neste tempo absurdo
de liberdade extrema
e solidão
absoluta]
Mais da poeta Nydia Bonetti
sexta-feira, 25 de março de 2011
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Saudades é o Amor que Ficou
Saudades é o Amor que Ficou
Ficou seu sorriso.
Ficou sua voz.
Ficou seu perfume.
Ficou seu perfume.
Ficou seu sabor na minha boca.
Ficou seu toque no meu corpo.
Ficou a vontade de estar em seus braços.
Em um único ser, Você Ficou em Mim!!!!
Por José Sales
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
a diferença entre o poeta e o músico
Aí é que esta a diferença entre o poeta e o músico. O poeta encanta para poder mostrar o que sente. O músico canta o que sente, encantando
José Sales
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Médico, Músico e Instrumentos...
Como médico aprende-se a consertar o piano. Como músico a tocá-lo. Mas só como medico e músico aprende-se a arte da afinação do instrumento. O corpo doente só consegue a cura se puder cantar novamente com a voz que vem do coração. Um coração puro como o de uma criança é o que devíamos almejar resgatar. Este é o Santo Graal que o Rei Arthur e seus cavaleiros procuravam tanto. Quando fazemos a verdadeira musica assim como a verdadeira medicina, a que vem do coração, tocamos o coração das pessoas. Cria-se a harmonia em uníssono. E os poetas assim as podem cantar em prosas e versos.
Até Quando!
Poema do poeta, músico e médico José Sales
Até Quando!
Poema do poeta, músico e médico José Sales
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