PÁGINAS

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O Som do Tempo

me findei
num traço,
num abraço esquecido
nos calendários da memória,
nesse adorno do tempo
que pariu em mim,
algum almejar
sem fim.



Autoria: Samara Bassi



Mais da poeta Samara Bassi

13 comentários:

Jão disse...

busquei la de dentro
um abraço escondido
um grito contido
esse querer tão amigo
presença sua que é abrigo


Beijos Sam

Mais um belo projeto

Marcio JR disse...

E o que esse "almejar" buscava? Será saudades, SAM?

Se findar assim, dessa forma, tendo o abraço tão vivo, mesmo sendo ele esquecido?

Que belo, SAM. Sempre versos vivos, por mais que um tanto melancólicos.

Adorei.

Bjs, minha querida.

Marcio

✿ chica disse...

Parabéns por essa poesia linda para inaugurar tua chegada a esse novo cantinho onde a poesia estará bem presente. Parabéns à todas!beijos,chica

Antonio José Rodrigues disse...

Nas linhas tortas dos dias, Sam, recupere, poeticamente aberto, os sulcos profundos traçados nos seus momentos felizes. Beijos na "Alma de Guaraná" natural

ValCruz disse...

Eu te sigo amiga... risos, aonde quer que vc vá!

Bjim!!

Aleatoriamente disse...

Oi minha flor, como sempre um belo poema.
Teu germinar é sempre esse flores em volta e em ti.
Sam está um SOL.

Beijo
Fernanda

Sandra disse...

Quem escreve como tu jamais findará, será perpetuado nas suas palavras.
Beijo

Thaís Alves disse...

Lindo, Sam. Estarei conferindo por aqui também, certamente! :) Beijos

Lena disse...

Sam,

Lindo o seu poema! Será que todo o fim é triste?
Parabéns pela sua nova iniciativa, que com certeza, já é sucesso. Já estou super inscrita, não perco suas maravilhas por nada desse mundo. Beijos, garota! Adoro sua genialidade!

Tania disse...

Olá, Samara!

Bem vinda a nossa equipe de colaboradores!

Obrigada por nos presentear a todos com este poema tão bonito e bem escrito.


Abraço,

Taninha

Sam disse...

Obriga Tania pela oportunidade e boas vindas e à todos que aqui se aconchegarm.
Meu beijo na alma de cada um.
Samara.

Valéria Sorohan disse...

Mas isso está uma maravilha, moça. De uma forma incomum! Surpreendeu-me com a pegada, o tranco, a guinada. O poema é tipo corisco no cerne da algaroba: racha de cima a baixo. Beleza!

BeijooO*

CARLA STOPA disse...

Me findo em almejares de tempos infinitos...Beijo amiga Sam...